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Companhia aérea argentina de baixo custo chega ao Brasil.

A empresa Flybondi já possui autorização da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) para operar no país, concedida dia 02/07. No entanto, está regularizando documentações para iniciar suas atividades, que tem previsão de início em Outubro deste ano (2019). A companhia realizará inicialmente voos entre o Rio de Janeiro e Buenos Aires, somente 3 vezes por semana.

Você conhece o termo “low-coast”?

O termo se refere a Companhias Aéreas de Baixo Custo, eliminando custos provenientes de serviços tradicionais oferecidos aos passageiros, baseando-se na simplicidade do serviço sem distinção de classes. O conceito teve origem nos Estados Unidos e popularizou-se na Europa durante os anos noventa, tudo graças à liberalização do setor dos transportes aéreos no mercado norte-americano iniciada em 1978. Esta liberalização veio permitir que as companhias aéreas pudessem circular livremente, com total autonomia em termos de estabelecimento de preços, rotas e capacidade de transporte que, até aí, eram limitadas.

Empresas binacionais, resultado de aproximação entre Brasil e Argentina

Brasil e Argentina, apesar de algumas desavenças naturais de qualquer relação, podem ser considerados grandes parceiros comerciais. Esta afirmativa está consubstanciada nos números de comércio exterior apresentado no decorrer dos anos. A globalização, em seu sentido amplo, a proximidade entre os dois países e a criação do MERCOSUL podem ser alguns dos fatores responsáveis para podermos afirmar que a relação comercial entre Brasil e Argentina é mais do que satisfatória. Dentro deste panorama, cada vez mais os governos dos dois países e principalmente as empresas, que fomentam esta relação, precisam criar alternativas para a diminuição dos custos de operacionalização dos investimentos para que assim haja uma maximização de lucros. Para tanto existe um tipo de figura societária (empresa), permitida no ordenamento jurídico de Brasil e Argentina, criada através de um tratado assinado por Brasil e Argentina, em 6 de julho de 1990, em Buenos Aires, o Tratado para o Estabelecimento de um Estatuto das Empresas Binacionais Brasileiro-Argentinas. Trata-se de um instrumento já em vigor a mais de 15 anos que é pouco conhecido dos empresários brasileiros e argentinos. Este desconhecimento também pode ser atribuído a uma pouca divulgação institucional deste tipo de sociedade que deveria ficar ao encargo dos governos de Brasil e Argentina e também do desconhecimento de consultorias especializadas para tanto.

Fonte: Âmbito Jurídico

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Piloto falece durante o voo e copiloto realiza pouso de emergência no MS

Após decolar da cidade de Barreiras – BA com destino a Americana – SP, Benedito Fernando Ricci de 59 anos, teve um mal súbito durante o voo.

Após o ocorrido, a bordo de uma aeronave King Air C90A (Turbo hélice – Bimotor), o Copiloto Matheus Pasquotti fez um pouso de emergência no aeroporto Internacional de Campo Grande (MS).

Matheus Pasquotti assumiu o comando da aeronave, solicitou atendimento médico e logo pousou em Campo Grande, por volta das 10h. Segundo o órgão responsável junto a equipe médica, antes mesmo de pousar, Ricci teve um infarto e entrou em óbito.

Copiloto lamenta perda em rede social

“Acordamos hoje pela manhã, tomamos nosso café, preparamos nossas coisas, tiramos o avião do hangar e fomos fazer o que mais gostamos de fazer ….. VOAR …. mas no meio do caminho, como em um piscar de olhos, você se foi meu amigo !!!!! Me faltam palavras para descrever o que estou sentindo, descrever o que foram esses 5 anos voando juntos, bagunçando e dando muita risada !!!! Agradeço a Deus por ter conhecido um cara como você, amigo, companheiro, um piloto dedicado e que amava voar ! Peço a Deus que conforte todos os seus familiares com o Amor e a Paz que só o Senhor Jesus pode dar !!!!”

– Matheus Pasquotti
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A “Novela” do 737 MAX

CEO da Boeing admite erro de 737 MAX

O CEO da Boeing admitiu “erro” da empresa ao lidar com sistema de alerta de cabine em seus 737 MAX antes de dois acidentes fatais que levaram à aterrissagem mundial da frota do 737 Max.

Dennis Muilenburg anunciou antes da Paris Air Show disse aos repórteres no domingo que a comunicação da Boeing “não era consistente” e que isso era “inaceitável”.

Os pilotos estão furiosos porque a Boeing não informou sobre o indicador de segurança no cockpit MAX que não funcionava. Enquanto isso, a FAA (Federal Aviation Administration), culpou a Boeing por não dizer aos reguladores sobre a falha do software que foi implicado nos acidentes na Indonésia e na Etiópia, nos quais 346 pessoas morreram.

O CEO Muilenburg prometeu “transparência” e informou que está tentando colocar o modelo em operação novamente.

A Boeing está passando por uma fase complicada, a FAA, no início deste mês, destacou novos problemas com alguns dos jatos 737 Max da Boeing e um modelo antigo.

Enquanto isso, o Vanguard Group, um dos maiores investidores da Boeing, recentemente levantou preocupações sobre o manuseio do 737 Max. Além disso, a AA (American Airlines) , junto com a Southwest , estendeu o período em que as aeronaves ficarão no chão para sua frota do 737 Max. Juntamente com muitas companhias aéreas, incluindo a United , buscando sempre compensar a perda por deixar as aeronaves inoperantes.

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Ainda sem pedidos sólidos para o modelo, Embraer desenvolve primeiro E175 E2

A única linha aérea que solicitou 100 unidades do modelo é SkyWest Airlines dos Estados Unidos, porém sem ainda sem autorização para operá-lo

O menor modelo da família pode conter até 90 lugares e tem previsão para iniciar as operações em 2021.

Quais são as diferenças da primeira família de e-Jets para a família E2?

Segundo a Fabricante: “Possuem o maior alongamento no mercado de corredor único, novos motores ultra-high-by-pass geared-turbofan da Pratt & Whitney, com novos aviônicos, controle fly-by-wire de 4ª geração, nova arquitetura e-Enabled e uma nova cabine com ainda mais espaço e conforto, com redução de dois dígitos nos custos operacionais.”

Porém, o novo E175 E2 possui uma desvantagem ao seu antecessor, com todas as melhorias realizadas ele ficou um pouco mais pesado, podendo haver um pouco mais de dificuldade de operar em determinados Aeródromos, mas suas melhorias compensam tal desvantagem.

Foto exibe fase importante na montagem da Aeronave, a junção das seções da fuselagem.